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Amazonas

No Dia dos Povos Indígenas, Cosama destaca impacto do Projeto Água Boa no interior do Amazonas

19 de abril de 2026
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Projeto Água Boa é uma iniciativa revolucionária que visa garantir o acesso à água potável para comunidades indígenas e ribeirinhas no Amazonas. Neste Dia dos Povos Indígenas, celebrado em 19 de abril, a Companhia de Saneamento do Amazonas (Cosama) evidencia a importância do projeto, que não só proporciona água tratada, mas também promove saúde, inclusão e dignidade.

O Projeto Água Boa foi desenvolvido como uma solução adaptada às condições geográficas e culturais da Amazônia. Implantado em regiões remotas, o projeto utiliza tecnologias sociais que facilitam a segurança hídrica em áreas com desafios logísticos e geográficos significativos. As comunidades atendidas agora podem usufruir de água tratada, o que reduz drasticamente os riscos de doenças transmitidas pela água e melhora a qualidade de vida geral.

Segundo Camila Fuziel, gerente de Saneamento Rural da Cosama, ‘o Projeto Água Boa representa inclusão e dignidade. Garantir o acesso à água tratada em comunidades indígenas é assegurar um direito básico e promover saúde.’ Essa frase encapsula a essência do que o projeto busca alcançar, especialmente dentro de um contexto onde as comunidades muitas vezes enfrentam adversidades no que diz respeito ao saneamento e à saúde pública.

O projeto ganhou destaque no cenário nacional, ao conquistar o 1º lugar na categoria Meio Ambiente do 2º Prêmio Nacional Universalizar. Esse prêmio, promovido pela Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento (Aesbe), reconheceu a importância do Projeto Água Boa na promoção do acesso à água segura em áreas rurais, ribeirinhas e indígenas do Amazonas.

Nos últimos anos, o Projeto Água Boa tem demonstrado como a solução pode impactar positivamente a vida das comunidades. Além de levar água pura, o projeto ajuda na redução da mortalidade infantil e melhora as condições sanitárias. As populações, antes desassistidas, agora têm a oportunidade de usufruir de um direito humano fundamental: o acesso à água.

A adaptação da tecnologia utilizada no projeto é considerada uma das sua maiores inovações. O sistema SALTA-z, que é uma modernização do tratamento de água, é projetado especificamente para atender às realidades da Amazônia. Esse sistema inclui diversos processos de purificação como coagulação, floculação, sedimentação, filtração e desinfecção, assegurando que os padrões de potabilidade sejam cumpridos.

O Projeto Água Boa realiza um diagnóstico técnico-social antes de qualquer implantação, essencial para entender a dinâmica de cada comunidade. Esse levantamento é vital para assegurar que as soluções sejam compatíveis com as necessidades locais e que as comunidades possam garantir a continuidade dos serviços.

Nas comunidades indígenas, como a de Tauaru, da etnia Kokama, o Projeto Água Boa já atendeu 116 famílias, melhorando a qualidade de vida de mais de 580 pessoas. No entanto, desafios como a instabilidade no fornecimento de energia elétrica ainda impactam o funcionamento contínuo dos sistemas de água. Estas interrupções não só afetam a qualidade da água, mas também geram custos adicionais e colocam a saúde da população em risco.

O projeto inclui participações comunitárias e capacitações, garantindo que a população se aproprie dos sistemas. Isso é crucial para a sustentabilidade a longo prazo do Projeto Água Boa. Moradores de Novo Porto Lima, como o comunitário Lauzer Inácio, relatam mudanças significativas em suas vidas, como a diminuição de doenças devido ao acesso à água tratada.

Atualmente, o Projeto Água Boa conta com 52 sistemas implantados que servem aproximadamente 5.500 famílias. Com a colaboração de outros órgãos e programas como o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o projeto tem avançado com a implementação do Plano de Segurança da Água, fortalecendo a gestão dos sistemas locais.

Ao levar água potável para comunidades historicamente desassistidas, o Governo do Amazonas reafirma seu compromisso com a universalização do saneamento, respeitando as realidades dos povos originários e fortalecendo políticas públicas sensíveis às particularidades da região amazônica.

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