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Move Brasil: frotistas são maioria em crédito para renovação de frota de caminhões

9 de março de 2026
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Em apenas dois meses, programa já alcançou R$ 5 bilhões em crédito, metade da dotação orçamentária do programa. Caminhoneiros autônomos já financiaram R$ 110 milhões, em 239 operaçõesO Move Brasil, programa do Governo do Brasil voltado à mobilidade verde, já alcançou R$ 5 bilhões em créditos para renovação de frota, o que corresponde a 50% da dotação orçamentária do programa.
O programa disponibiliza R$ 10 bilhões de créditos, entre recursos do Tesouro Nacional e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
A linha BNDES Renovação da Frota já contabiliza 4.620 operações, atendendo caminhoneiros autônomos, cooperados e empresas transportadoras rodoviárias de carga em 1.127 municípios de todas as regiões do país. O ticket médio é de R$ 1,07 milhão por operação.
A maior parte dos recursos foi destinada à aquisição de caminhões novos para frotistas (empresas que operam vários caminhões para transporte de cargas, bens ou produtos), com R$ 4,9 bilhões, em 4.380 operações. Foram aprovados R$ 110 milhões para clientes autônomos, em 239 operações. Deste total, R$ 4,2 bilhões já foram contratados e R$ 2,8 bilhões, desembolsados.
Adriano Nascimento, CEO da ASN Ambiental, é um dos empresários que aproveitou para renovar a frota.

O custo do caminhão que eu financiei no ano passado passou de 20% a taxa efetiva. E com o programa agora do Governo Federal, Move Brasil, para mim ficou a 13,38%, então ficou bem mais barato. Já comprei duas unidades e tenho intenção de até fechar esse programa de comprar mais duas unidades”, afirmou

Lançado oficialmente em 8 de janeiro, o Move Brasil oferece financiamento com taxas de juros mais baixas para caminhoneiros autônomos e cooperativados, além de empresas de transporte rodoviário de cargas, na compra de veículos que atendam a critérios de sustentabilidade e de conteúdo local e sejam produzidos no Brasil.
“Esta é uma iniciativa estratégia do governo do presidente Lula que une neoindustrialização, sustentabilidade e desenvolvimento social. O programa estimula a produção da indústria nacional, aumenta a segurança nas estradas, reduz emissões e oferece melhores condições para que caminhoneiros autônomos, cooperativas e empresas transportadoras substituam veículos antigos por modelos mais seguros e eficientes, gerando uma logística mais moderna, além de emprego e renda”, afirma Aloizio Mercadante, presidente do BNDES.
O programa oferece um prazo de pagamento de até 60 meses, com carência de até 6 meses, oferecendo previsibilidade e fôlego financeiro aos caminhoneiros autônomos, cooperados e transportadoras. O valor máximo do financiamento é de até R$ 50 milhões por beneficiário, com taxa de juros entre 13% e 14% ao ano. As operações devem ser contratadas até o dia 25 de maio.

O programa coloca o patamar de juros e o custo financeiro num nível em torno de 1% ao mês. Isso acaba tornando o negócio viável com todos os ganhos que têm com a renovação de um produto: redução de custo de manutenção, eficiência energética utilizada”, diz Cristopher Podgorski, CEO da Scania na América Latina

Do total disponível, R$ 1 bilhão é destinado exclusivamente a transportadores autônomos e pessoas físicas vinculadas a cooperativas, reforçando o caráter social e inclusivo da iniciativa.
Para o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, o tamanho do Brasil, somado à produção nacional e os novos acordos internacionais, demandam investimentos nas frotas de veículos.
“A indústria fabricando mais, o comércio vendendo mais, melhora a eficiência da logística e a competitividade do país. Esses caminhões têm uma tecnologia impressionante em relação à segurança nas estradas e meio ambiente. Comparar um caminhão zero de hoje com um de 30 anos atrás, ele emite 40 vezes menos CO2 e gás de efeito estufa”, afirmou.

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