Empregos formais Brasil são uma preocupação constante do governo e da economia. Em janeiro de 2026, o Brasil surpreendeu ao criar 112.334 postos de trabalho com carteira assinada, segundo dados do Novo Caged. Este resultado é o resultado da diferença entre 2.208.030 admissões e 2.095.696 desligamentos registrados no mês. Essa geração de empregos é um reflexo da recuperação econômica do país, que agora conta com mais de 48,5 milhões de vínculos formais ativos.
Os dados foram divulgados pelo ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, durante uma coletiva de imprensa em São Paulo. O saldo positivo na criação de empregos formais Brasil indica um crescimento robusto no estoque de trabalhadores com carteira assinada, que aumentou 2,6% nos últimos 12 meses. Entre fevereiro de 2025 e janeiro de 2026, foram gerados 1.228.483 novos empregos formais, elevando o número total de vínculos de 47.349.496 para 48.577.979.
No que diz respeito aos setores da economia, quatro dos cinco grandes segmentos apresentaram crescimento no mês de janeiro. A Indústria liderou a criação de empregos formais Brasil, com um total de 54.991 novas vagas. O setor de Serviços também se destacou, gerando 40.525 postos. A Construção Civil e a Agropecuária também contribuíram positivamente, com a criação de 50.545 e 23.073 vagas, respectivamente. Porém, o Comércio teve uma redução de 56.800 postos, um movimento que se explica pela sazonalidade típica após as festas de fim de ano.
Em termos regionais, 18 das 27 Unidades da Federação registraram saldo positivo na criação de empregos formais Brasil. Santa Catarina liderou os avanços, com um total de 19.000 novos postos, seguido de Mato Grosso com 18.731 e Rio Grande do Sul com 18.421. Em termos percentuais, Mato Grosso se destacou novamente, apresentando um crescimento de 1,9%, seguido por Santa Catarina e Goiás, ambos com 0,7%.
Outra informação relevante é que o salário médio real de admissão em janeiro de 2026 foi de R$ 2.389,78. Este valor representa um aumento de 3,3% em relação ao mês anterior e um crescimento de 1,77% comparado a janeiro do ano anterior, descontados os efeitos sazonais. Entre os novos empregos gerados, 58% foram classificados como típicos, enquanto 42% foram considerados não típicos. Este último grupo inclui contratações feitas por meio de CAEPF, especialmente na agricultura da soja, bem como admissões com carga horária de até 30 horas semanais e aprendizes.
O salário médio dos trabalhadores típicos foi de R$ 2.428,67, 1,6% acima da média geral, enquanto que entre os não típicos, o valor médio foi de R$ 2.136,37, 10,6% abaixo da média. Essa ligeira disparidade salarial entre os grupos reforça a importância da formalização do trabalho e o impacto positivo que ela pode ter na vida dos trabalhadores.
Os dados sobre a criação de empregos formais Brasil são desenvolvidos mensalmente pelo Ministério do Trabalho e Emprego, baseando-se nas informações coletadas pelos sistemas eSocial, Caged e Empregador Web. Para mais detalhes, as estatísticas completas estão disponíveis no site oficial do MTE, onde qualquer interessado pode acessar e entender melhor os números que representam a evolução do mercado de trabalho no Brasil.