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Comunidade do Aço, de casas de lata a moradias dignas: ‘Realização de um sonho’, diz Lula

6 de março de 2026
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“A minha visita aqui hoje é simplesmente para constatar a realização do sonho dessas pessoas”, declarou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta sexta-feira, 6 de março, durante visita à Comunidade do Aço, em Santa Cruz, na zona oeste do Rio de Janeiro. Ele acompanhou a entrega de moradias do programa Morar Carioca do Aço, onde 64 famílias foram beneficiadas com novos apartamentos, elevando para 400 o número total de moradores contemplados no conjunto habitacional.
“Quem já nasceu em condições, numa casa com chuveiro, com água, comida, não tem noção do significado de uma casa para uma pessoa, não tem noção”, afirmou o presidente Lula durante encontro com moradores da comunidade.

Quem já nasceu em condições, numa casa com chuveiro, com água, comida, não tem noção do significado de uma casa para uma pessoa, não tem noção”, disse Lula.

Na ocasião, o presidente também visitou a nova residência de uma das famílias beneficiadas pelo programa , que conheceu em junho de 2024, quando as primeiras beneficiárias receberam as chaves e as escrituras de seus imóveis.
Leia também:• Políticas sociais mudam história de Mariza, revisitada pelo presidente Lula no Rio
PROGRAMAS FEDERAIS — Parte das famílias contempladas também é beneficiária do Bolsa Família, programa do Governo do Brasil voltado à promoção da segurança de renda e à redução da pobreza. Na habitação, desde 2023, o Minha Casa, Minha Vida já contratou a construção de quase 35 mil casas e apartamentos apenas no município do Rio de Janeiro, com investimentos de R$ 5,6 bilhões. No estado inteiro, são mais de 88 mil moradias, com investimentos de R$ 13,5 bilhões.
O presidente destacou a expansão do programa Minha Casa, Minha Vida, que deve superar a meta inicial de contratação de moradias em todo o país. “Nós tínhamos prometido fazer 2 milhões de casas. Pois vamos chegar a 3 milhões de casas esse ano, batendo o recorde de contratação. 60% da construção civil de um estado como São Paulo depende muito do Minha Casa, Minha Vida”, afirmou.

PARCERIA — Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro, destacou a parceria entre a prefeitura e o Governo Federal para viabilizar o projeto habitacional na comunidade. “Numa parceria da prefeitura com o Governo Federal, logo que o presidente Lula entrou, a gente já tinha o projeto. Pedi o financiamento, o governo liberou e aqui estamos construindo 800 apartamentos. Além desses apartamentos, estamos reformando todo o entorno da comunidade”, disse Paes.
MORAR CARIOCA — Os apartamentos do Morar Carioca do Aço possuem cerca de 50 metros quadrados, composto por sala, dois quartos, cozinha, banheiro, varanda, área de serviço e acessibilidade para pessoas com deficiência. O programa prevê a requalificação de 195 mil metros quadrados de área pública, com intervenções em mobilidade, saneamento e espaços de convivência. Nesta etapa, o encontro reuniu moradores que irão ocupar unidades nos blocos de 1 a 4 da Quadra O. As famílias participaram de um registro institucional que marca a conclusão da etapa de habilitação no programa. Agora, seguem para as fases finais do processo, que incluem vistoria no imóvel, assinatura do documento de posse e entrega das chaves. Com o avanço, o Morar Carioca do Aço mantém um ritmo contínuo de entregas. Atualmente, 336 famílias já vivem no conjunto habitacional.
HISTÓRIA — A Comunidade do Aço recebeu esse nome há mais de 50 anos, quando famílias desabrigadas pelas chuvas foram acomodadas provisoriamente em estruturas improvisadas. As casas, construídas muito próximas umas das outras, ficaram conhecidas como “vagões”. Com o passar do tempo, o que seria provisório se tornou permanente, novas famílias chegaram e o local passou a ser conhecido como Comunidade do Aço.

OBRAS DE URBANIZAÇÃO — Além das moradias, o projeto Morar Carioca prevê a melhoria da infraestrutura urbana, da conectividade viária, da iluminação pública, da coleta de lixo, além da construção de áreas de lazer e de paisagismo em 22 comunidades de Áreas de Especial Interesse Social (AEIS) da cidade do Rio de Janeiro.
Até o momento, já foram executados 13,2 mil metros quadrados de pavimentação, melhorando as condições de circulação na comunidade. Na infraestrutura subterrânea, foram implantados 5,7 mil metros de rede de drenagem, 5,1 mil metros de rede de esgoto e 4,7 mil metros de rede de abastecimento de água.
Em setembro de 2025, a comunidade também recebeu uma nova praça equipada com skate park, ciclovia, duas quadras poliesportivas, parque infantil, bicicletários, área para piqueniques, Academia da Terceira Idade (ATI) e equipamentos de ginástica. O espaço foi arborizado com 200 árvores e mais de 4,8 mil metros quadrados de grama.
O projeto Morar Carioca prevê melhorias urbanas em 22 comunidades classificadas como Áreas de Especial Interesse Social (AEIS) na cidade do Rio de Janeiro.
EDUCAÇÃO — Ainda na agenda no Rio de Janeiro, o presidente Lula visitou a Escola Técnica Roberto Rocca, também em Santa Cruz (RJ). Lá, ele assinou a autorização de habilitação da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), instituição comunitária de educação superior, e da Faculdade IDOR de Ciências Médicas como instituições aptas a solicitar autorização para ofertar curso de graduação em medicina. A habilitação permite às instituições de educação superior já credenciadas a possibilidade de solicitar o protocolo do pedido de autorização do curso de medicina, bem como utilizar suas unidades hospitalares reconhecidas pelo Ministério da Saúde como hospitais de ensino. Com a habilitação, as instituições seguirão o fluxo dos processos regulatórios do Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres). “O presidente Lula lançou um edital para que hospitais de alto nível de excelência pudessem ofertar curso de medicina. Então, as instituições habilitadas são aquelas que têm hospitais de alta complexidade no Brasil. Estamos aqui com a Rede D’Or e com a PUC-Rio, que era a única PUC que não tinha curso de medicina. Essa assinatura garante que essas redes se transformem em instituições de ensino, o primeiro passo para que, no prazo mais rápido possível, sejam autorizados os novos cursos de medicina”, disse o ministro da Educação, Camilo Santana.

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