Cadeias produtivas são o foco do ‘III Simpósio das Cadeias Produtivas da região sul do estado do Amazonas’, que ocorrerá em Humaitá, distante 590 quilômetros de Manaus, entre os dias 9 e 12 de junho. Este importante evento é apoiado pelo Governo do Amazonas, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam) e busca abordar as mais recentes inovações e discussões sobre as cadeias produtivas da região.
Com o suporte do Programa de Apoio à Realização de Eventos Científicos e Tecnológicos no Estado do Amazonas (Parev) – Edição 2025, o simpósio tem por objetivo apresentar novas tecnologias, divulgar os mais recentes resultados de pesquisas e discutir os desafios enfrentados pelas cadeias produtivas do açaí, cacau, café e grãos na região sul do Amazonas. Uma temática crucial, visto que a região é rica em recursos naturais e possui um grande potencial agrícola.
O coordenador do evento é o doutor Vaírton Radmann, especialista em Manejo e Conservação do Solo e da Água, vinculado à Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Ele destaca que a edição deste ano ficará marcada pelo tema “Desafios e Oportunidades das Cadeias Produtivas na Amazônia”. Esse tema é especialmente pertinente, pois a Amazônia enfrenta diversas adversidades que impactam suas cadeias produtivas, exigindo inovação e colaboração para superar desafios.
O simpósio contará com uma programação variada, que inclui palestras de renomados especialistas abordando técnicas de cultivo e genética, manejo do solo e da água, sequestro de carbono, bioeconomia e mercado das cadeias produtivas. Essas discussões são essenciais para enriquecer o conhecimento de todos os participantes e promover um aprendizado valioso. Durante o evento, também será possível a submissão de trabalhos científicos, além de apresentações em banner, o que irá proporcionar uma rica troca de experiências entre pesquisadores e estudantes.
O público-alvo do simpósio inclui estudantes de graduação em Agronomia, Técnicos em Agropecuária, pós-graduandos, além de produtores rurais e agricultores familiares. O evento é também uma oportunidade para professores, pesquisadores e técnicos de extensão rural se atualizarem e trocar ideias sobre as melhores práticas e inovações nas cadeias produtivas. Essa diversidade de participantes enriquece ainda mais as discussões e promove um ambiente colaborativo.
As atividades do simpósio acontecerão no Auditório Castanheira do Instituto de Educação, Agricultura e Ambiente (IEAA), da Ufam. Os horários programados incluem sessões pela manhã, das 8h às 12h, e à tarde, das 14h às 18h. Um dos destaques do evento será o Dia de Campo, scheduled para o dia 12 de junho, que será realizado na Fazenda Experimental Mangabeira pela manhã e na área experimental de açaí da Agropecuária Rossato à tarde. Essa experiência prática é fundamental para que os participantes possam ver de perto as inovações discutidas durante o simpósio.
Para aqueles que desejam se aprofundar sobre o tema e obter mais informações sobre como participar, é possível acessar o link a seguir: https://www.even3.com.br/iii-simposio-das-cadeias-produtivas-da-regiao-sul-do-estado-do-amazonas-722117.
A Fapeam desempenha um papel crucial no acontecimento do simpósio, ao fornecer apoio financeiro, o que torna a realização do evento possível. O coordenador do simpósio elogia este suporte, ressaltando a importância da Fapeam em garantir que informações relevantes cheguem a todos que precisam. Ademais, o evento também conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Humaitá.
Quanto ao Parev, ele representa uma ação significativa da Fapeam, voltada para apoiar a realização de eventos regionais, nacionais e internacionais nas várias modalidades, sendo presencial, virtual ou híbrida. O Parev se destaca por promover não apenas congressos e simpósios, mas também workshops, seminários, conferências e oficinas de trabalho, visando sempre divulgar conhecimentos e resultados de pesquisas científicas, além de promover intercâmbios nas áreas de Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I). Essa é uma oportunidade valiosa para fortalecer as cadeias produtivas e contribuir para o desenvolvimento da região amazônica.