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‘Acordo Mercosul-UE será a maior área de livre comércio do mundo’, diz ministro

5 de março de 2026
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Acordo Mercosul-UE é um marco importante nas relações comerciais globais. Durante entrevista ao programa Bom Dia, Ministro, na última quinta-feira (5/3), o ministro Paulo Teixeira enfatizou a relevância desse acordo para o Brasil. Ele afirmou que o Acordo Mercosul-UE será a maior área de livre comércio do mundo, representando uma conquista significativa na gestão do presidente Lula.

Este acordo traz um novo cenário para a economia brasileira, com a abertura do mercado para produtos europeus e igualmente para exportações brasileiras. Paulo Teixeira destacou que temos um período de transição para nos preparar adequadamente para essa abertura. “Nós temos um período para fazer essa transição, nos preparar para a abertura do mercado brasileiro para os produtos europeus e também para a abertura do mercado europeu aos produtos brasileiros”, disse o ministro.

A agricultura familiar é uma das prioridades abordadas por Teixeira no que diz respeito ao Acordo Mercosul-UE. Em suas declarações, ele assegurou que a agricultura familiar não será impactada negativamente por esse acordo. “A nossa agricultura é muito potente e, com esse acordo, 700 milhões de consumidores terão acesso aos produtos brasileiros”, complementou.

Teixeira também alertou para os desafios que podem afetar os preços dos alimentos no Brasil, mencionando como fatores como guerras e conflitos mundiais podem interferir nos custos. Ele comentou que o preço do petróleo, que impacta a produção, e os preços de commodities como carne, soja e milho, são precificados em dólar. Esse aspecto ressalta como flutuações nos mercados internacionais podem refletir diretamente na economia brasileira e nos preços dos alimentos.

Entretanto, o ministro expressou um otimismo cauteloso, ressaltando a necessidade de continuarmos a promover uma civilização pautada na sustentabilidade, na inclusão e na convivência pacífica entre os países. “A gente tem que continuar sendo essa civilização da sustentabilidade, da inclusão, do crescimento, da convivência entre os diferentes países e da paz”, afirmou.

**Reforma Agrária e Acordo Mercosul-UE**

Uma questão complementar apontada por Paulo Teixeira durante a entrevista foi a necessidade da reforma agrária no Brasil. O ministro acredita que o país tem um compromisso de promover a reforma agrária, o que é fundamental para o fortalecimento da agricultura familiar e a redução das desigualdades no setor rural. Segundo Teixeira, a implementação de um programa de reforma agrária eficaz garantirá a produção de alimentos, o desenvolvimento no campo e ajudará a fixar os jovens nas áreas rurais.

Ele afirmou, “O programa de reforma agrária garante produção de alimentos, diminuição das desigualdades, desenvolvimento no campo, e fixação do jovem no campo.” Professores do Pronera (Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária) e as Escolas Família Agrícola têm um papel vital nesse contexto, ensinando jovens sobre técnicas de cultivo e incentivando sua permanência no campo.

Recentemente, Teixeira esteve em Cartagena, na Colômbia, na 2ª Conferência Internacional sobre Reforma Agrária e Desenvolvimento Rural (ICARRD+20). Ele defendeu a reforma agrária como forma justa de distribuição de terras, defesa dos direitos de populações tradicionais, promoção da agricultura familiar e luta contra o uso de agrotóxicos.

**Apoio a Minas Gerais**

Além das questões comerciais e agrárias, Paulo Teixeira falou sobre ações do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) em resposta às fortes chuvas que afetaram diversas cidades da Zona da Mata de Minas Gerais. Ele ressaltou que o MDA está agindo para apoiar as comunidades afetadas, oferecendo assistência a agricultores que sofreram perdas devido a desastres naturais.

Teixeira assegurou que todos os agricultores que tinham financiamentos e enfrentaram perdas serão ajudados pelo seguro agrícola. “O financiamento será repactuado na proporção dessas perdas”, explicou, enfatizando o compromisso do governo em garantir apoio a esses cidadãos. O Acordo Mercosul-UE, portanto, não apenas abre portas para novos mercados, mas também se conecta com iniciativas de suporte e desenvolvimento rural, essencial para a prosperidade do Brasil.

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