Crédito do Trabalhador é um programa essencial que completa um ano de funcionamento no dia 21 de março de 2026. Este projeto inovador já movimentou impressionantes R$ 117,1 bilhões em empréstimos, superando as expectativas do Governo do Brasil. Desde seu lançamento até 17 de março de 2026, o Crédito do Trabalhador expandiu significativamente o acesso ao crédito para milhões de trabalhadores em todo o país, mostrando seu impacto positivo na economia.
Durante o período de 21 de março de 2025 a 31 de dezembro de 2026, foram contratados aproximadamente R$ 94,2 bilhões em empréstimos, incluindo operações por tombamento. Além disso, entre janeiro e 17 de março deste ano, a plataforma do Crédito do Trabalhador registrou a concessão de R$ 26,3 bilhões em empréstimos, o que evidencia o contínuo crescimento e aceitação do programa.
De acordo com o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, o Crédito do Trabalhador tem desempenhado um papel crucial na inclusão financeira de trabalhadores que, anteriormente, não tinham acesso a alternativas de crédito. “Este programa permitiu que pessoas que recorriam a agiotas passassem a contar com empréstimos seguros e confiáveis,” afirmou. Essa mudança tem possibilitado que muitos cidadãos se livrem de dívidas com juros exorbitantes, como o crédito rotativo e empréstimos consumistas.
O volume total de contratos realizados até agora é significativo: cerca de 20.942.414 contratos, beneficiando 9.474.437 trabalhadores. O valor médio de empréstimo por pessoa é de R$ 12.359,92, e mais de R$ 33,2 bilhões foram destinados especificamente a trabalhadores que recebem entre um e quatro salários mínimos. Isso ressalta a relevância social do programa, promovendo inclusão e suporte financeiro à população de menor renda.
Janeiro de 2026 foi um mês marcante, registrando o maior volume de contratações desde que a plataforma foi lançada, com R$ 13,1 bilhões concedidos em empréstimos. O ministro Marinho enfatiza a vigilância do Ministério do Trabalho e Emprego sobre a implementação do programa, garantindo que as taxas de juros permaneçam acessíveis e evitando práticas abusivas por parte das instituições financeiras. Neste contexto, a taxa média de juros mensal se situa em 3,67%, um percentual inferior ao que é comumente praticado em outras modalidades de crédito, como cartão de crédito e crédito direto ao consumidor.
As reuniões do Comitê Gestor do Crédito do Trabalhador são momentos relevantes para discutir o futuro do programa. A próxima reunião, marcada para 26 de março de 2026, terá como uma de suas pautas principais a inclusão de garantias para reduzir ainda mais as taxas de juros, utilizando recursos do FGTS e a multa rescisória
Além da distribuição regional no Brasil, onde foram emprestados R$ 79 bilhões, o Sudeste destaca-se com R$ 40,2 bilhões, seguido pelas regiões Sul, Nordeste, Centro-Oeste e Norte. Entre os estados, São Paulo e Rio de Janeiro se sobressaem no número de contratações.
No que se refere às instituições participantes, 166 bancos estão habilitados a oferecer essa linha de crédito, com 100 já operando ao lado de instituições como Itaú Unibanco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.
Uma das inovações mais significativas do programa é o acesso ao crédito consignado para empregados domésticos, que pela primeira vez podem contar com empréstimos a taxas mais baixas. Foram 34.488 contratos feitos para este grupo, com um valor médio de R$ 2.669, demonstrando que o programa está abrangendo diversas camadas da força de trabalho brasileira.
O Crédito do Trabalhador, introduzido em 21 de março de 2025, tem se mostrado uma ferramenta poderosa para promover inclusão financeira e segurança econômica, permitindo que milhões de trabalhadores, incluindo aqueles em setores variados como comércio e serviços, possam substituir dívidas caras por crédito a juros reduzidos. Atualmente, o Brasil conta com mais de 47 milhões de trabalhadores assalariados com carteira assinada, e esse programa continue a evoluir e se adaptar às necessidades de sua população.