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‘Em um ano, tivemos a menor inflação de alimentos da série histórica’, afirma Paulo Teixeira

5 de março de 2026
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Menor inflação de alimentos é um marco importante para o Brasil em 2025. O ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, destacou esse fato durante o programa Bom Dia, Ministro, afirmando que as iniciativas do Governo resultaram nos menores preços de alimentos ao longo da série histórica. Isso é uma ótima notícia para o consumidor brasileiro, que agora pode adquirir alimentos de forma mais acessível e saudável.

As ações do governo visando a redução dos preços foram tão eficazes que, no ano passado, a inflação oficial do Brasil ficou em apenas 4,26%. Este valor representa uma queda significativa em relação ao IPCA de 2024, que registrou 4,83%, e está também abaixo do teto da meta de inflação de 4,5% estabelecido pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). O resultado de 2025 é ainda mais impressionante se comparado com a inflação acumulada desde 2018, que foi de 3,75%.

O grupo de alimentação e bebidas, que possui um peso relevante no índice geral de inflação, viu uma desaceleração extraordinária ao comparar os resultados de 2024 e 2025. A alimentação no domicílio, que teve alta de 8,23% em 2024, caiu surpreendentemente para 1,43% em 2025. Durante seis meses consecutivos, entre junho e novembro, os preços da alimentação em casa apresentaram variações negativas, acumulando uma queda total de 2,69%. Nos demais meses do ano, a alta foi apenas de 4,23%. Isso demonstra o impacto positivo das ações implementadas.

“Menor inflação de alimentos é não apenas um número, mas uma realidade que afeta diretamente a vida dos brasileiros com preços mais acessíveis e a melhoria na qualidade da alimentação das famílias”, disse Paulo Teixeira. Ele enfatizou a necessidade de equilibrar a redução dos preços com a justa remuneração dos produtores. Os agricultores também precisam ser adequadamente compensados por seus esforços.

Uma série de medidas foram adotadas pelo Governo do Brasil para atingir esse resultado, incluindo a zeragem de impostos de importação sobre produtos essenciais, como café, azeite, açúcar, milho, óleo de girassol, sardinha, biscoitos, macarrão e carnes. Além disso, o governo incentivou a produção de itens da cesta básica através do Plano Safra e o investimento em estoques reguladores pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O programa Agroamigo, uma iniciativa de microfinança rural do Banco do Nordeste, é outro exemplo das ações em prol de pequenos produtores. Essa iniciativa oferece financiamento e suporte aos agricultores familiares, e as mudanças implementadas desde a chegada do novo governo aumentaram significativamente a capacidade de financiamento, fazendo com que o limite de crédito para cada família subisse de R$ 6 mil para R$ 51 mil, com juros reduzidos.

“As novas medidas têm um grande impacto na diminuição da pobreza no campo, especialmente no Nordeste brasileiro”, afirmou o ministro. Ele esclareceu que, dentre as várias ações, a mecanização e a assistência técnica são cruciais para garantir que esses agricultores prosperem.

Outro programa relevante é o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), focado na compra de alimentos produzidos pela agricultura familiar, que são doados a organizações sociais. Isso não só ajuda no combate à insegurança alimentar, mas também garante aos agricultores a venda de suas produções, pois o programa assegura compras ao longo do ano.

Paulo Teixeira também mencionou que antes da atual gestão, o orçamento do programa PAA era de apenas R$ 2 milhões, mas que, sob a nova administração, esse valor saltou para R$ 1,5 bilhão. Além disso, os agricultores podem vender seus produtos para o Programa de Alimentação Escolar e outras compras institucionais.

“Menor inflação de alimentos é uma política de sucesso que o Brasil pode mostrar ao mundo”, finalizou Teixeira, ao enaltecer a importância do programa para outros países, especialmente na África e na América Latina, que estão começando a implementar políticas semelhantes. Com todas essas iniciativas, o Brasil se posiciona como um exemplo no enfrentamento da insegurança alimentar e na promoção da agricultura familiar.

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